Hipátia/Ilustração/Divulgação
Hipátia/Ilustração/Divulgação
Príncipe William preocupa-se com o excesso de “humanos” em nosso Planeta Terra?! Será verdade isso?

A frase do Príncipe “Há muitos Humanos neste Planeta”, se é que realmente ele a pronunciou, conforme mostram alguns sites e blogs na internet, gera um certo desconforto, pois mesmo que não queira, tem-se a impressão de que ele “não é humano”! Aliás, segundo consta, de acordo com a cantora Britney Spears com quem presume-se que o Príncipe teve um romance virtual no passado, ele seria um híbrido que muda de aparência entre a forma humana e a reptiliana. (http://www.extraterrestreonline.com.br/2017/07/britney-spears-principe-willian-nao-e.html)

Por outro lado, penso ser inadmissível alguém se preocupar tanto com as espécies ditas irracionais, a ponto de preferir a redução populacional de humanos, com fins de coexistência com o mundo animal; ainda mais e especialmente, quando a citação se refere à África, parecendo implicar que a pobreza seria sinônimo de superpopulação, o que não é! Se formos medir por zonas de maior densidade populacional, as cidades de Hong Kong, Tóquio e Manhattam, por exemplo, estão no topo das superpopulações mundiais! Estudos mostram, inclusive, que a Terra está, na verdade, subpovoada, porém com uma população distribuída de maneira irregular, cuja concentração de população nas grandes cidades se dá em virtude de ofertas de empregos e maior bem-estar (pelo menos era assim antes das grandes cidades se tornarem um verdadeiro inferno para se viver, como é nos dias de hoje, tendo em vista poluição do ar, visual, sonora, violência, dentre outras).

Sendo assim, essa menção da África, venha ela do Príncipe ou de qualquer outra pessoa com ou sem realeza, denota subliminarmente um caráter discriminatório pela pobreza e, quem sabe, até pela cor que ali se manifesta, já que é notório a querência de “raça pura” e “ariana” no “mundo dos brancos”, o que impera na história da Terra há séculos e séculos! Honestamente, a sensação que dá é de que, em outras palavras, essa matéria nos diz nas entrelinhas que pobre e negro tem de sumir da face da Terra!

Por isso, realmente, esta manifestação que alegam vir do Príncipe William, mas que eu, sinceramente tenho minhas dúvidas que tenha partido dele, me faz pensar num dos principais itens da “Agenda da NOM”, senão o principal, que visa a diminuição populacional de forma drástica, conforme consta, inclusive, nos 10 mandamentos da “Pedra da Geórgia”, onde “70% da humanidade deve desaparecer da face da Terra” (implícito no 1º mandamento), com fins de “deixar espaço para a natureza” (mandamento 10). (https://ailhadosamores.wordpress.com/2009/07/26/as-pedras-da-georgia-os-10-mandamentos-da-nom/)

Ora, se misturarmos todas essas informações numa só panela, veremos que o angu resultante chamar-se-á “Illuminatis”, ou seja, as famosas “famílias” que querem dominar o mundo, nas quais, querendo ou não, o Príncipe William está inserido. E se formos pesquisar a fundo, também encontraremos inúmeras citações que indicam que essas famílias são constituídas de aspectos diferenciados do ser humano comum, desde aparências, genéticas, formas de pensar e agir, emocional frio e calculista, além de dominarem financeiramente o planeta como um todo!

Mais uma vez, portanto, parece que a intenção da NOM, através de seus “Illuminatis”, está focada na “redução populacional”, com fins de maior facilidade para o domínio da Terra.

Vejam as notícias postadas recentemente em:

http://www.libertar.in/2017/11/outro-eugenista-principe-william.html

http://www.extraterrestreonline.com.br/2017/11/principe-william-ha-muitos-humanos.html

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Mais uma distopia referente à “redução populacional”, o filme O PREÇO DO AMANHÃ mostra que a maioria da população (os pobres) devem morrer; enquanto que uma minoria (os ricos) devem dominar o sistema financeiro e a civilização como um todo!

Uma sociedade distópica, onde comida, dinheiro, sexo, drogas e diversões são os pontos altos, só que isso pode durar até os 30 anos de idade. Após isso o indivíduo deixa de existir. “Redução Populacional”?

Será “ficção” ou uma “projeção” para uma realidade futura? Verdade é que trata-se de um filme de “redução populacional” de forma chocante, com enganos e mentiras de um regime duro, impiedoso e ditatorial. Situação que parece não estar muito além de nossa realidade. Até porque a “câmara mortuária” do filme se parece muito com a recente “cápsula do suicídio” (ver artigo nesse site!)