Hipátia/Divulgação
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O PREÇO DO AMANHÃ (2011)

O PREÇO DO AMANHÃ – filme 2011 – Em um futuro próximo, o envelhecimento passou a ser controlado para evitar a superpopulação, tornando o tempo a principal moeda de troca para sobreviver e também obter luxos. Assim, os ricos vivem mais que os pobres, que precisam negociar sua existência, normalmente limitada aos 25 anos de vida. Quando Will Salas (Justin Timberlake) recebe uma misteriosa doação, passa a ser perseguido pelos guardiões do tempo por um crime que não cometeu, mas ele sequestra Sylvia (Amanda Seyfried), filha de um magnata, e do novo relacionamento entre vítima e algoz surge uma poderosa arma com o sistema e organização que comanda o futuro das pessoas. (ADOROCINEMA)

Comentário de Hipátia:

Eis aqui mais um filme sobre “redução populacional”, desta vez lançado de modo muito inteligente em 2011. Incrível como esse tema está sempre em voga! Seria um “sinal de alerta” à população que ainda se encontra “adormecida” consciencial e espiritualmente falando? Em mais uma distopia, O PREÇO DO AMANHÃ troca a moeda financeira “dinheiro” pela moeda financeira “tempo”, a partir dos 25 anos; quando, então, todos permanecem com essa aparência, focando a importância da beleza e da juventude. Mas, como a mira não são flores para a humanidade, à partir dessa idade, os “pobres” são escravizados e trabalham para os “ricos” a troco de “migalhas de tempo”, onde seus débitos com o sistema era sempre maior que os créditos adquiridos, e com isso, seu “tempo de vida” diminuía até “morrer”, sempre de forma súbita, isso ao chegar seu “relógio cronológico a zero”! Ótimo filme para reflexão, tecendo analogia com a nossa civilização atual, onde os ricos tem uma melhor condição de sobrevivência, enquanto os pobres morrem nas filas dos “SUS da vida”!

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Uma sociedade distópica, onde comida, dinheiro, sexo, drogas e diversões são os pontos altos, só que isso pode durar até os 30 anos de idade. Após isso o indivíduo deixa de existir. “Redução Populacional”?

Será “ficção” ou uma “projeção” para uma realidade futura? Verdade é que trata-se de um filme de “redução populacional” de forma chocante, com enganos e mentiras de um regime duro, impiedoso e ditatorial. Situação que parece não estar muito além de nossa realidade. Até porque a “câmara mortuária” do filme se parece muito com a recente “cápsula do suicídio” (ver artigo nesse site!)

A “Exit International” criou uma capsula para futuros suicidas não sentirem dor na hora da morte. Embora coincidências não existam, a Netflix lançou recentemente uma produção própria com uma “capsula do homicídio”, ou seja, uma espécie de câmara na qual irmãos são levados ao extermínio, numa situação planetária de “redução populacional”.